Atenta à alta dos bioinsumos, Agrivalle amplia portfólio voltado à agricultura regenerativa

Com quatro lançamentos, empresa precursora no segmento reforça seu compromisso com a produtividade, a resiliência da lavoura e a sustentabilidade       São Paulo, setembro de 2025 – A Agrivalle – referência nacional no desenvolvimento de bioinsumos agrícolas – aposta no bom momento do segmento no país para continuar crescendo. Com 22 anos de uma história marcada pelo pioneirismo, a empresa com sede em Indaiatuba (SP) acaba de anunciar o lançamento de quatro produtos biológicos e já está desenvolvendo outros nove para o ano que vem. Segundo dados da Associação Nacional de Promoção e Inovação da Indústria de Biológicos (ANPII Bio), os bioinsumos movimentaram R$ 5,7 bilhões na última safra, cobrindo uma área de 156 milhões de hectares – a expectativa é ultrapassar a casa dos R$ 9 bilhões até 2030. “O bom momento da nossa empresa coincide com o cenário nacional dos biológicos, que vêm crescendo de forma acelerada nos últimos anos graças à demanda gerada pela agricultura sustentável e regenerativa”, afirma Max Fernandes, diretor comercial da Agrivalle. O executivo conta que a companhia surgiu com o objetivo de revolucionar a agricultura regenerativa nacional e, desde 2003, busca posicionar os bioinsumos como soluções complementares aos produtos químicos utilizados nas lavouras de grãos. “Para além da questão da sustentabilidade, que está em nosso DNA, a Agrivalle defende a eficácia dos biológicos, tanto no uso de fertilizantes especiais nas plantações quanto no combate a pragas. O melhor caminho, sem dúvida, é o manejo integrado, já que os bioinsumos mantêm a eficiência perdida pelos químicos com o tempo”. Os lançamentos Com presença consolidada em estados como São Paulo, Mina Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Bahia, a Agrivalle aposta em novas soluções a fim de ampliar sua participação em outras regiões do país e reforçar sua posição de referência no setor de biológicos. Para isso, investe constantemente em pesquisa e desenvolvimento, em um trabalho centralizado no ultramoderno laboratório localizado dentro de sua fábrica no interior paulista. O portfólio da Agrivalle é bastante completo e conta com bioinseticidas, bionematicidas, biofungicidas, inoculantes e fertilizantes, direcionados às mais diversas culturas, como soja, milho, cana-de-açúcar, algodão, café e hortifruti. A companhia anunciou, neste mês de setembro, a chegada ao mercado de mais quatro produtos: os biofertilizantes Primesolo e Gankar, ambos voltados ao cultivo de cana-de-açúcar; o também biofertilizante Sulis, indicado para diferentes tipos de plantação; e o bioinseticida Bionix, feito à base de uma cepa exclusiva de Bacillus thuringiensis, que o torna extremamente eficaz no controle de lagartas presentes em diversas culturas. Todos os fertilizantes biológicos foram desenvolvidos em parceria com Godofredo Vitti, professor da ESALQ/USP de Piracicaba (SP) e uma das maiores autoridades brasileiras no assunto. O Primesolo fortalece as raízes e prepara as plantas para alta produtividade mesmo em condições adversas. O Gankar, por sua vez, possui um mix nutricional estratégico com extrato da alga vermelha Kappaphycus alvarezii, que potencializa a fotossíntese, melhora a estrutura das plantas e aumenta a resistência ao estresse hídrico. Já o Sulis, com uma mistura de nitrogênio ureico e substâncias húmicas, garante rápida absorção, menor evaporação e maior eficiência na nutrição das plantas. “Nós sempre almejamos levar ao mercado soluções biológicas capazes de aumentar a produtividade das lavouras, de fortalecer as plantas e de promover práticas agrícolas mais sustentáveis, com menor impacto ambiental. Tudo por meio de produtos livres de químicos e baseados em microrganismos, como fungos, vírus e bactérias”, finaliza Max Fernandes. Sobre a Agrivalle A Agrivalle é uma empresa brasileira com 22 anos de história, dedicada ao desenvolvimento de bioinsumos para a agricultura regenerativa. Sediada em Indaiatuba, no interior de São Paulo, a companhia tem mais de 300 colaboradores e presença nacional, oferecendo soluções inovadoras para soja, milho, cana-de-açúcar, algodão, café e hortifruti. A Agrivalle investe constantemente em pesquisa, desenvolvimento e sustentabilidade, a fim de entregar tecnologias que aumentam a produtividade, fortalecem as plantas e promovem o uso eficiente de nutrientes – tudo para gerar benefícios econômicos e ambientais às lavouras do agronegócio brasileiro.

A importância da biodiversidade na agricultura

Já faz algum tempo que o vocabulário agrícola incorporou termos como sustentabilidade, reflorestamento e economia verde. Podemos dizer, sem receio, que isto é uma evidência da conscientização sobre o papel do meio ambiente no setor. Embora ainda exista alguma resistência, ela vem se reduzindo a olhos vistos e, dia a dia, empresários do agronegócio reconhecem o papel da biodiversidade na agricultura.                 Hoje, estamos bem mais cientes de como a dinâmica da natureza é repleta de intercâmbios entre os diversos tipos de agentes que compõem a vida no planeta. Cada um deles, assim como as relações que desenvolvem entre si, cumpre um papel, e sempre que nossas ações afetam o processo, o equilíbrio entra em risco.                   No campo, quando observamos com atenção o que acontece no ecossistema ao nosso redor e fazemos conexões com o que ocorre numa plantação, tal dinâmica fica bem evidente. Assim, compreender a ação da biodiversidade na agricultura é tão estratégico quanto escolher uma espécie para plantar ou definir como o manejo será realizado. De fato, este entendimento ajuda a otimizar o planejamento e a operação na lavoura.                                        Benefícios da biodiversidade na agricultura O solo é um grande viveiro, habitat de onde brotam plantas e onde microrganismos convivem. Quando falamos da biodiversidade na agricultura, ele abriga apenas uma parcela dos benefícios que o meio-ambiente traz para o setor, numa colaboração que se reflete na operação e nos resultados práticos dos negócios. Se você pensa que tal colaboração é acessória ou indireta, depois desta leitura, vai compreender que a questão ambiental e os interesses financeiros imediatos do agro estão fortemente relacionados. Os movimentos da natureza, afinal, podem ditar a produtividade, especialmente em tempos de imprevisibilidades climáticas. Além disso, em sintonia com eles, o agricultor consegue usá-los a favor da plantação e, assim, reduzir custos.         O berço da polinização Um dos papéis da biodiversidade na agricultura diz respeito à polinização.  Embora os produtores selecionem e plantem sementes específicas, à sua escolha, animais como as abelhas e os pássaros, entre outros, prestam um apoio essencial à lavoura. Ao levar o pólen de uma planta para a outra, eles contribuem com o  aumento da produtividade e com melhorias na qualidade dos alimentos. Além disso, num ciclo virtuoso, acabam por promover a diversidade genética e a sustentabilidade no agronegócio.       Controle de pragas harmônico Equilíbrio é palavra de ordem nas dinâmicas da natureza. Nesse sentido, o maniqueísmo não tem lugar. Todas as espécies podem contribuir de maneira positiva a depender do contexto, e é assim que a ação da biodiversidade na agricultura é colocada em prática no controle de pragas. Este, aliás, é o raciocínio por trás dos bioinsumos. Produzidos a partir de organismos vivos, eles potencializam as relações entre as plantas, as formas de vida presentes no solo e aquelas que compõem sua formulação. Em síntese, usar a biodiversidade a favor da lavoura é usar os inimigos naturais de um patógeno para combatê-lo e, da mesma forma, aproveitar as relações harmônicas entre organismos da área de cultivo para estimular o crescimento, a nutrição e outras necessidades das plantas.       União de forças pela fertilidade do solo Por este mesmo caminho, a contribuição da biodiversidade na agricultura se estende ao potencial de produção do solo. Ele está repleto de microrganismos que ajudam na ciclagem e na disponibilidade de nutrientes. Em paralelo, a diversidade de plantas e a cobertura vegetal contribuem para a formação de matéria orgânica, melhorando a estrutura do solo e sua capacidade de reter água e nutrientes. Esse conjunto determina o nível de fertilidade e de produção da área.                Lições de Darwin Quando falamos do papel da biodiversidade na agricultura em termos de resiliência e adaptação, é impossível não lembrar de Darwin e suas pesquisas. A variedade genética que alcançamos ao somar as plantas cultivadas com aquelas que crescem da natureza independente da intervenção humana é uma das chaves da agricultura do futuro. Juntas, elas formam uma importante fonte de genes para, ao longo do tempo, oferecer a capacidade de adaptação necessária à sobrevivência diante das mudanças ambientais. A partir daí, é possível desenvolver espécies agrícolas mais resistentes a doenças, pragas e condições climáticas adversas.      Diversidade de serviços Em suma, os animais e a vegetação natural nos arredores das áreas de cultivo servem como garantia de vida, mas não se trata apenas de evolução genética, polinizadores e microrganismos combatendo pragas ou nutrindo solos e plantas. A biodiversidade fornece estabilidade e resiliência não só às plantações, mas ao agronegócio como um todo. Os ecossistemas naturais fornecem serviços fundamentais para a agricultura. As florestas e as áreas úmidas, por exemplo, atuam como filtros naturais, purificando a água utilizada na irrigação. As áreas naturais também ajudam a regular o clima local, fornecendo sombra, reduzindo a evaporação e criando microclimas favoráveis para uma espécie ou outra. Entendeu porque o vocabulário agrícola absorveu os termos relacionados ao meio ambiente? A questão vai além de uma moda ou de um ideal, trata-se da sobrevivência do setor a longo prazo e do aprimoramento de alimentos safra a safra. A Agrivalle faz parte do círculo virtuoso da biodiversidade na agricultura, e estamos prontos para conversar com você sobre isso.

ESG no agronegócio – um divisor de águas

A sustentabilidade se impõe a cada dia no ambiente agrícola. De um lado a consciência de muitos produtores, do outro, a pressão do mercado, e, assim, a agricultura tradicional vai dando lugar a práticas amigáveis com o meio ambiente. Nesse contexto, os produtores brasileiros estão se acostumando com a sigla ESG no agronegócio. Essas letras identificam três palavras – Environmental, Social and Governance – que apontam a direção de questões essenciais para a sustentabilidade de um negócio, independente da indústria em que atue. Aqui, quando falamos em sustentabilidade, não nos referimos apenas ao meio ambiente, mas ao próprio negócio, que, para ir adiante, depende de um planeta, de pessoas e de conduta saudáveis. Assim, o ESG no agronegócio surge como um caminho para tornar as práticas agrícolas amigáveis e alinhadas com os princípios de responsabilidade ambiental, social e de governança.              Os benefícios do ESG no agronegócio Ao motivar a preocupação com a saúde e segurança dos trabalhadores, o respeito aos direitos humanos, o cumprimento de leis e as práticas agrícolas que mantêm o equilíbrio com a natureza, o impacto do ESG no agronegócio pode ser um divisor de águas. Em primeiro lugar, a adoção de práticas ecologicamente responsáveis contribui tanto para a conservação do meio ambiente como para a mitigação das mudanças climáticas. A gestão eficiente dos recursos naturais, como a água e a energia, reduz os custos de produção e aumenta a resiliência das lavouras. Além disso, o ESG promove a saúde do solo, a biodiversidade e a preservação dos ecossistemas, criando bases sólidas para uma produção agrícola sustentável a longo prazo. As práticas ESG no agronegócio representam, ainda, uma oportunidade para corrigir problemas relacionados à imagem do setor no que tange a mão de obra. O S da sigla, afinal, visa garantir condições de trabalho adequadas e respeito aos direitos dos funcionários, além de engajamento com as comunidades locais. Também pode envolver a promoção de práticas comerciais justas, como a cooperação com pequenos produtores. A governança corporativa refere-se às estruturas e processos que garantem a gestão eficaz e responsável de uma empresa, podendo envolver a transparência nas operações, a adoção de políticas anticorrupção, a gestão adequada dos riscos e a prestação de contas aos stakeholders. Isso contribui para a confiança dos investidores, a redução de riscos financeiros e a longevidade dos negócios no setor. Em termos comerciais, a adoção do ESG no agronegócio vem mostrando resultados semelhantes ao que ocorre em outros setores da economia, abrindo acesso a novos mercados e facilitando a negociação de financiamentos. É evidente que a crescente importância das práticas de ESG tem levado muitos investidores e instituições financeiras a considerarem critérios ambientais e sociais na hora de decidir sobre investimentos. O mesmo vale para mercados internacionais – que costumam exigir altos padrões de sustentabilidade e onde se destacam fontes de financiamento que priorizam projetos alinhados com critérios ESG.          Benefícios em cadeia De fato, o ESG conquistou o status de fator-chave para decisões no universo corporativo. É fácil entender quando analisamos as motivações que levaram ao desenvolvimento de um conjunto de práticas ecológica, social e administrativamente responsável. Em síntese, tais práticas alinham as empresas às demandas cada vez mais conscientes dos consumidores. Eles querem produtos sustentáveis, que contribuam com sua saúde e que sejam produzidos por empresas tão conscientes quanto eles próprios, ou seja, que respeitem o meio-ambiente, que valorizem as pessoas envolvidas em seu negócio (colaboradores, fornecedores, clientes etc.) e que cumpram as regras, sempre com muita transparência. O ESG no agronegócio, portanto, ajuda o produtor a atender aos critérios que orientam a compra do consumidor final. Além disso, permite que ele colabore com empresas parceiras, sejam aquelas que usam seus produtos como matéria prima ou revendedores. Da mesma forma, para cumprir sua parte nesta corrente, ele precisa de fornecedores e produtos alinhados às práticas ESG. Nesse sentido, a Agrivalle abastece o setor com um produto indispensável para o ESG no agronegócio: os bioinsumos, cujo uso repercute nas três letras da sigla. Seu uso, além de ser um dos pilares da agricultura sustentável, oferece maior segurança para as pessoas envolvidas na plantação e atende às regulamentações internacionais relacionadas ao controle no uso de agroquímicos. Entre em contato com nossa equipe para saber mais sobre os insumos biológicos.                            

Sustentabilidade do planeta e da agricultura – uma via de mão dupla

Nos últimos anos, a sustentabilidade do planeta se transformou em uma das principais pautas no agronegócio em todo o mundo. O tema passou a ser estratégico no setor em função dos impactos da atividade agrícola no meio ambiente, e vice-versa. De um lado temos a forte dependência dos mais variados recursos naturais por parte da agricultura, do outro, os reflexos que a gestão inadequada da atividade gera no entorno da lavoura e, às vezes, além.  Ainda existe uma divisão no setor, com empresários que se esforçam para que suas lavouras sejam amigáveis com o meio ambiente e outros que ignoram a importância de promover a agricultura sustentável. Vale ressaltar que, na maioria das vezes, esta posição mais conservadora está relacionada ao desconhecimento. No entanto, uma parcela significativa do agro já abraçou as vantagens que o meio ambiente saudável traz para a operação e os resultados, bem como a responsabilidade sobre os prejuízos que seu negócio pode trazer para a sustentabilidade do planeta. O ponto onde a agricultura e a consciência ambiental se encontram representa uma espécie de proporção áurea para a produção de alimentos a longo prazo, afinal, para que a atividade agrícola seja viável no futuro, precisamos de água e solos saudáveis, além de condições climáticas favoráveis. Sustentabilidade do planeta em parceria com a agricultura Na relação entre agricultura e meio ambiente, há uma troca rica, uma contribuição mútua que nem sempre é destacada nas discussões sobre o tema. Quando praticada de forma tradicional, a atividade agrícola, de fato, coloca em risco a sustentabilidade do planeta. Mas, quando a agricultura sustentável entra em cena, vemos que as vantagens correm em mão dupla, beneficiando a produção de alimentos e o meio ambiente. A questão da biodiversidade é um bom exemplo para ilustrar esta dinâmica. A preservação ambiental pressupõe proteger as formas de vida presentes na natureza. A agricultura tradicional, entretanto, busca eliminar tudo o que coloca a plantação em risco, lançando mão de recursos que, muitas vezes, atacam mais do que a ameaça em foco. Já a agricultura sustentável, busca fazer o controle de pragas e doenças com bioinsumos. Eles são menos agressivos e focam mais em equilibrar as condições de vida no solo que em, simplesmente, eliminar patógenos sem considerar os efeitos colaterais. Quando uma área de cultivo adota o biocontrole, além de uma série de benefícios práticos para a produção de alimentos, ela contribui com a sustentabilidade do planeta ao preservar as diferentes formas de vida presentes em seu solo. Em paralelo, o mantém em equilíbrio, deixando aberta a possibilidade de cultivo para outras culturas, ou seja, mais uma contribuição para a biodiversidade.  Construção do futuro  Cada passo que damos para trás na preservação ambiental é um retrocesso na construção do futuro da agricultura. O paradoxo é que, entre todos os setores produtivos, o agronegócio é um dos que mais se beneficia da sustentabilidade do planeta. Enquanto a indústria da moda e a automobilística precisam fazer altíssimos investimentos e enfrentar mudanças de paradigmas, o caminho é bem mais conhecido e seguro para quem atua na produção agrícola. Veja como a revenda e a reforma de roupas usadas, por exemplo, já repercute no setor de vestuário. A economia circular já é tão consistente neste mercado que grandes marcas estão criando novos processos para integrar este movimento. Na agricultura, a história é outra. Como falamos antes, a sustentabilidade do planeta alimenta o agro, mais que isso, as práticas amigáveis com o meio ambiente contribuem com a produtividade de hoje e com as boas condições de plantio do futuro. Portanto, o que falta para a sua lavoura aproveitar todas estas vantagens?Nós, da Agrivalle, estamos à sua disposição para ajudar com os primeiros passos. Nossa equipe vai te orientar a transformar o manejo de sua lavoura, garantindo a produtividade e a saúde do solo a longo prazo. Entre em contato com a gente.

Os bioinsumos no futuro da agricultura

Os insumos biológicos desempenham um papel determinante no futuro da agricultura, pois oferecem uma alternativa sustentável aos fertilizantes químicos e pesticidas convencionais. Este diferencial pode ser identificado ao longo de todo desenvolvimento dos produtos, que tem como ponto de partida a análise das dinâmicas que se dão na natureza. Para trabalhar em sintonia com o meio-ambiente, os bioinsumos contam com formulações baseadas em substâncias de origem biológica com propriedades que contribuem com o crescimento das plantas, com o aumento da produtividade e com a proteção das culturas contra doenças e pragas. É observando a natureza que os pesquisadores identificam microrganismos, extratos de plantas, enzimas e outras substâncias orgânicas capazes de cumprir tal função.       Estudos de consumo apontam perfis cada vez mais exigentes quanto à alimentação e à preservação ambiental, ao passo que a ciência revela os riscos que as mudanças climáticas trazem para a produção agrícola. De fato, estamos falando de uma das atividades mais dependente dos recursos naturais.           Norte no cultivo sustentável Uma das principais vantagens dos bioinsumos é sua ação harmônica com o meio ambiente. Ao unir eficácia e equilíbrio, eles promovem produtividade sem os riscos presentes na administração de produtos químicos sintéticos. Além do impacto negativo bastante reduzido sobre a qualidade do solo, a biodiversidade e a contaminação da água, os biológicos podem ajudar a melhorar a saúde das plantas a longo prazo, fortalecendo seu sistema imunológico e aumentando sua resistência a doenças. Assim, os bioinsumos desempenham um papel importante no desenvolvimento de sistemas agrícolas sustentáveis, um dos pilares do futuro da agricultura. Como têm modo de ação baseado nas dinâmicas da natureza, eles potencializam as relações entre os organismos presentes na biota do solo, otimizando-as. Dessa forma, em vez de interferir de maneira agressiva causando perdas para resolver problemas, acabam por contribuir com a promoção da diversidade biológica enquanto protegem e defendem as plantas de pragas e doenças. Além disso, têm o potencial de aumentar a eficiência no uso de recursos, já que podem melhorar a absorção de água e nutrientes pelas plantas.   Em função de tudo isso, os bioinsumos se transformaram em peça essencial em qualquer tipo de sistema de produção orgânica. Seu potencial para compor conjuntos de práticas de cultivos amigáveis com o meio ambiente, aliás, é indispensável a qualquer projeto de agricultura sustentável.       O futuro da agricultura tem que ser sustentável! No cenário que se desenha para o futuro da agricultura, espera-se que os bioinsumos desempenhem um papel cada vez mais importante. As projeções realizadas no setor, indicam crescente demanda de alimentos sustentáveis, saudáveis e seguros. Vale observar que, ao se referir a saúde e segurança, as tendências de consumo apontam para uma preocupação de mão dupla. Os consumidores, cada vez mais, buscam se alimentar daquilo que contribua com sua saúde e que, ao mesmo tempo, não coloque em risco as pessoas que trabalham na produção nem o meio-ambiente.  É nesse sentido – e em alta velocidade – que a pesquisa e o desenvolvimento nessa área avançam, sempre buscando novas soluções biológicas e tecnológicas para melhorar a eficácia dos produtos tanto na contribuição que trazem para as plantas como nos processos de aplicação.  Em síntese, os bioinsumos representam um dos recursos fundamentais do futuro da agricultura, mas eles não estão sozinhos. Combinados com outras tecnologias, como agricultura de precisão e manejo integrado de pragas, eles estão ajudando a criar um panorama completamente novo para o agronegócio. À medida que nossos conhecimentos avançam, as lavouras estão se tornando mais sustentáveis, resilientes e produtivas. A Agrivalle faz parte disso e contribui com uma série de produtos desenvolvidos com base no propósito “vida que gera vida”. São biofertilizantes  (Algon, Implanta e Raizer), biofungicidas (Twixx-a e Shocker), inseticidas microbiológicos (Auin CE e Gr-inn) e vários outros. Entre em contato com nossa equipe, vamos te ajudar a levar o futuro da agricultura para sua plantação.

Créditos de carbono – uma nova oportunidade de renda

Depois de algum tempo de timidez entre as manchetes, os créditos de carbono estão retomando o protagonismo. Sem dúvidas, as discussões da COP 27 têm parte nisso, mas, no caso do Brasil, devemos também considerar o recente anúncio do Banco Central sobre regras para o registro de ativos sustentáveis, inclusive créditos de carbono. O tema é de extremo interesse para o agronegócio, afinal, pode significar mais uma fonte de renda para produtores. Além disso, a longo prazo, os benefícios ambientais decorrentes do sucesso desse novo mercado vão beneficiar o planeta como um todo – e a agricultura em especial. Mas, como qualquer novidade promissora, pede atenção e consciência, o que começa no entendimento a respeito do que exatamente significa tudo isso. O que são créditos de carbono Quando falamos em créditos de carbono, nos referimos a um meio de compensar nossas emissões de gases de efeito estufa. Assim, se uma empresa (ou pessoa) emite muito desses gases, compra créditos de quem sequestra um excedente. O sequestro é o que ocorre nas iniciativas que, em vez de liberar, retêm gases do efeito estufa na terra. É o que acontece, por exemplo, quando o manejo de uma área de cultivo é feito com bioinsumos, ou quando uma casa produz mais energia solar que o gasto energético dos moradores. Os créditos de carbono, dessa forma, são um mecanismo de mercado que traz oportunidades para quem pratica algum tipo de produção sustentável.  Talvez você se pergunte o porquê de tudo isso, afinal, desde que o Acordo de Paris estipulou metas ambientais, o mundo vem falhando em cumpri-las. De fato, essa é uma verdade que, cada vez mais, assombra o planeta, principalmente quem depende de atividades relacionadas às dinâmicas da natureza. Este é o caso do agronegócio, visto que a agricultura será muito prejudicada por mudanças no regime climático, portanto, é hora de focar e recuperar o tempo perdido.   Um duo de ganhos Entre todas as atividades econômicas em curso no Brasil, a agricultura é uma das que podem tirar melhor benefício do mercado de carbono, já que, além da oportunidade de ganhos com o sistema de compensação, as práticas sustentáveis que dão credencial para negociar créditos têm se mostrado grandes aliadas da capacidade produtiva no campo. Tal oportunidade, no entanto, foi reconhecida apenas por uma porcentagem mínima dos agricultores brasileiros. A falta de conhecimento deve ser uma das razões para isso, e a Agirvalle pretende cooperar  com este ponto. Entendemos, ainda, que uma novidade assim pode gerar certa insegurança, por isso estamos trabalhando para sanar esta questão também. Queremos dar a mão a nossos clientes e apoiar todos que quiserem abraçar as oportunidades que os créditos de carbono oferecem. A agricultura no contexto das emissões O Brasil está entre os líderes mundiais na emissão de gases do efeito estufa. Nos últimos dois anos, o desmatamento foi o maior responsável, mas a agropecuária tem parte importante nesse ranking indesejável.  Segundo um levantamento do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa do Observatório do Clima (SEEG) divulgado em 2022, a agropecuária teve uma alta de 3,8% nas emissões de 2021, ocupando o 2o lugar entre os emissores brasileiros e respondendo por 25% da cifra nacional. O SEEG atribui o pódio, principalmente, à pecuária. A participação da agricultura, porém, não passa despercebida, especialmente quando são observadas as emissões decorrentes do uso de fertilizantes sintéticos. Considerando apenas os três pontos colocados acima – desmatamento, emissões da pecuária e uso de fertilizantes sintéticos –, a atividade agrícola já tem soluções para reduzir emissões e gerar créditos de carbono. desmatamento – a mudança no uso da terra é uma alavanca forte nas emissões de gases do efeito estufa. Entre 2020 e 2021, segundo o SEEG, a alta chegou a 18,5%, respondendo por 49% das emissões do Brasil. A adoção de sistema agroflorestal (ou, simplesmente, agrofloresta) seria um ganho nos esforços para reduzir estas altíssimas emissões e, de quebra, melhorar a qualidade do solo. emissões da pecuária – o estrume do pasto libera óxido nitroso (produto do nitrogênio), emissão que entra na conta da agricultura. Várias práticas agrícolas sustentáveis podem reduzir este problema, como rotação de culturas e gestão do nitrogênio. A ideia é reter o nitrogênio no solo. uso de fertilizantes sintéticos – a simples produção destes produtos, por si só, gera emissões; depois, na aplicação na lavoura, eles provocam uma reação no solo, que pode liberar, entre outros elementos, amônia e nitrogênio, que vão acabar se convertendo em gases de efeito estufa. Além disso, é comum que este tipo de insumo perca nitrogênio para o ar e para a água, que passam a ser novos canais nas emissões resultantes dos fertilizantes sintéticos. Para sanar a questão, os bioinsumos são os melhores substitutos, mesmo que tal substituição não seja possível em 100% dos casos.  O apoio da Agrivalle Sem dúvida, os créditos de carbono são uma oportunidade para vários negócios, mas quantos deles têm tantas soluções testadas e comprovadamente lucrativas? É por isso que este novo mercado é tão interessante para o agro.  Só que, assim como entre semeadura e colheita, o tempo é um protagonista, a geração de ativos sustentáveis não se dá de uma hora para outra. A fim de apoiar o produtor e orientá-lo em cada etapa do processo, a Agrivalle criou um programa de três anos. Focado num grupo de bioinsumos – Profix, Shocker, Raizer, Twixx-A, Algon, Auin CE, Gr-inn e Implanta – vai alavancar o potencial de venda de créditos de carbono das áreas de cultivo atendidas.  Para garantir que as negociações sejam feitas com segurança e dentro dos parâmetros legais, fechamos uma parceria com a My Carbon, empresa focada no desenvolvimento e na comercialização de créditos de carbono. Assim, o produtor pode se manter concentrado nos cuidados com a plantação, confiando nos especialistas para lidar com tecnicidades de sua nova fonte de renda. Converse com nossa equipe, e vamos te orientar no passo-a-passo deste novo mercado.

A produtividade agrícola tem um coringa

A produtividade agrícola é uma preocupação comum ao agronegócio em todo o mundo. Naturalmente, é assim no Brasil também, só que vivemos um contexto bastante particular e (podemos dizer) vantajoso. Isso porque um grande aliado da capacidade produtiva no campo está em alta por aqui em todos os sentidos. A indústria de bioinsumos está em plena efervescência, com pesquisas e desenvolvimento a todo vapor. Em paralelo, vem firmando seu papel entre os protagonistas do ecossistema agrícola, com um número crescente de produtores adotando o controle biológico, além do reconhecimento de entidades do setor e incentivos do Estado. É claro que nada disso veio à toa. Todo esse movimento decorre dos resultados acima da média na produtividade agrícola alcançada em cultivos tratados com bioinsumos. Estamos falando de um coringa, que traz equilíbrio para o ciclo como um todo, ou seja, que contribui com o solo, com as plantas e os produtos que nascem delas, com as pessoas que trabalham no campo e consomem tais produtos e – por fim ou em consequência – com o meio ambiente. Uma fonte para a agricultura sustentável  Sobre a versatilidade dos insumos biológicos, podemos dizer que ela é, no mínimo, ampla. Conseguimos identificar esta polivalência tanto na correção da questão imediata que motivou a aplicação como em reflexos inesperados mas importantes o bastante para fazer a diferença.  “Às vezes, ao trabalhar com biológicos para sanar um problema, identifica-se um reflexo positivo em outro. Um produto para biocontrole de um patógeno, como os nematóides ou as pragas aéreas, pode atuar como fungicida de solo”, explica o agrônomo e diretor de marketing da Agrivalle, Luiz Cláudio Micelli. São ganhos indiretos, no entanto, fundamentais para a produtividade agrícola. Vale considerar que podem, inclusive, ultrapassar o limite da planta cuja patologia está sendo tratada. Depois de usar um bioinsumo para combater uma disfunção específica, por exemplo, o produtor pode notar um aumento na população de polinizadores naturais. O segredo está na origem desses insumos, afinal, estamos falando de produtos compostos, sobretudo, por matéria orgânica (microrganismos, resíduos de vegetais ou animais etc.), o que permite que atuem de forma mais harmônica com o ecossistema da área de cultivo. É dessa maneira que, enquanto tratam um problema, os bioinsumos trazem benefícios substanciais para a microbiota, tratando o solo a longo prazo, com reflexos na fertilidade, no consumo de água e – é claro – na produtividade agrícola. Multifuncionalidade na agricultura No que tange a sua ação direta, os insumos biológicos, atuam nos mais variados problemas identificados numa plantação. Da mesma forma, atendem a diversas culturas, independente do porte da lavoura.  De fato, temos à nossa disposição incontáveis opções ecologicamente amigáveis e benéficas para a produtividade agrícola. Eles agem tanto no tratamento de patologias e pragas como na promoção do desenvolvimentos de plantas, no fortalecimento das raízes e na fertilização no solo.  Em poucas palavras, são bionematicidas, biofungicidas, bioestimulantes, bioinseticidas, entre outros que, naturalmente, cumprem funções de controle biológico, nutrição, fortalecimento e desenvolvimento. Como se não bastasse, some-se a isso, a fixação biológica de nitrogênio (FBN), função indispensável à sobrevivência de qualquer forma de vida na Terra. Os inoculantes são a alternativa biológica capaz de assegurar que uma plantação conte com nitrogênio suficiente para garantir suas necessidades primordiais para sobrevivência e, consequentemente, para a produtividade agrícola. Antes deles, agricultores de todo o mundo dependiam de fertilizantes químicos nitrogenados. Só que o custo das aplicações deste insumo é bem mais alto que qualquer bom resultado de safra, já que é daí que vem grande parte das emissões de gás carbônico que a indústria agrícola emite – bastam 100 kg de fertilizante químico nitrogenado para que 1 tonelada de gases geradores do efeito estufa se instalem na atmosfera. Produtividade agrícola sustentável Se restou alguma dúvida sobre o que nos leva a dizer que os bioinsumos são coringas da produtividade agrícola, ainda temos uma peça nesse quebra-cabeças.  Além de promover o manejo da lavoura em harmonia com o meio ambiente e de garantir condições de desenvolvimento saudável na plantação, eles criam condições favoráveis para a autossuficiência da agricultura nacional. Grande parte dos agroquímicos utilizados no Brasil são importados de diversos países, em especial do leste europeu. Acontece que, o ônus de depender do mercado externo para um subsídio tão importante para a produtividade agrícola, que já era alto, se intensificou com a pandemia e a guerra entre Ucrânia e Rússia.  Os efeitos da crise de abastecimento decorrente das restrições de deslocamentos e lockdowns em todo o mundo, afetou consideravelmente a distribuição dos insumos químicos importados, bem como seus preços. No final de 2021, ou seja, antes do conflito entre Rússia e Ucrânia, um relatório do Rabobank trouxe dados surpreendentes. Só para ilustrar, segundo o estudo, entre janeiro e outubro de 2021, a ureia teve um aumento de 150%, e o cloreto de potássio ficou 206% mais caro. Outras cartas do baralho Sempre que os bioinsumos entram na equação, a lavoura se beneficia, seja distribuindo os efeitos de seu uso para as plantas, as pessoas ou o planeta. Em síntese, eles trazem para o agronegócio benefícios diretos – uma área de cultivo saudável e produtiva –, implícitos – uma relação de equilíbrio com o meio ambiente – e indiretos – mais independência para o agricultor brasileiro. Tantas vantagens para a produtividade agrícola motivaram iniciativas que estimulam a adoção dos insumos biológicos. É o caso do Programa Nacional de Bioinsumos e de uma série de linhas de financiamento.  Como parte da rede que se criou em torno dos biológicos, a Agrivalle trouxe para o mercado produtos que alcançam excelentes resultados em lavouras de todo o Brasil, como bioestimulantes – Algon e do Raizer –, biofungicidas – Shocker e Twixx-A –  e bionematicida – Profix. 

Cultivo de algodão sustentável – pelo futuro da indústria têxtil

Quando o assunto é cotonicultura, o Brasil se destaca, inclusive, no mercado internacional. Para continuar assim, cada vez mais produtores reconhecem a importância de investir no cultivo de algodão sustentável . O cuidado com o meio ambiente se tornou um critério importante na avaliação de fornecedores. Nas mais variadas cadeias de suprimentos, as práticas ESG se impõem de ponta a ponta. Na indústria têxtil, especialmente na moda, a pressão dos consumidores transformou sustentabilidade em regra, repercutindo na origem da matéria prima.   O Brasil está entre os protagonistas da cotonicultura mundial, e nossa capacidade de produção tem se mostrado promissora. A safra de 2021/2022 ainda não está fechada, mas registrou 2,6 milhões de t em setembro, sendo que o total do último ciclo foi de 2,36 milhões de t. Sem dúvida, o mercado tem capacidade para absorver o excedente, mas, para tanto, o cultivo de algodão sustentável  deve ser uma condição. Rede de apoio ao cultivo de algodão sustentável  Antenados com as demandas do mercado, os cotonicultores brasileiros contam com iniciativas que apoiam e orientam a respeito da importância de produzir uma pluma ecologicamente amigável.  A ABRAPA (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) assina o programa Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que, em 2005, deu o primeiro passo formal para a organização e fortalecimento de ações socioambientais entre os cotonicultores com a criação do Instituto Algodão Social (IAS), no Mato Grosso.  Os reflexos do ABR vieram no desenvolvimento de inovações fundamentais para o cultivo de algodão sustentável  no campo e para a disseminação de consciência ecológica. Parte disso é o Coton Brazil, uma iniciativa que “projeta o algodão brasileiro que ampara o meio ambiente e promove o desenvolvimento social e econômico”. É daí que vem o movimento Sou de Algodão, que, desde 2016, estimula a produção de moda sustentável.       Estas três iniciativas cercam a cadeia que se inicia nas lavouras algodoeiras e se encerra no guarda-roupas do consumidor final. Ou seja, tudo começa com produtores conscientes das vantagens de uma agricultura que atua em harmonia com o meio ambiente. No cultivo de algodão sustentável, o que decide o jogo é a capacidade de orquestrar as relações entre os elementos que compõem o cenário, tanto que, sustentando esse movimento, o ABR e o Coton Brazil promovem três pilares de sustentabilidade – ambiental, social e econômico – que primam pelo equilíbrio nas interações. Cultivo sustentável por um produto sustentável Quando se trata das interações que ocorrem no solo, a Agrivalle investe em pesquisas que visam otimizar a ação de microrganismos no combate a pragas e doenças, inclusive no cultivo de algodão sustentável. É assim que os bioinsumos operam. Eles são criados a partir do estudo da cultura em questão e da biota do solo onde ela é cultivada. Dessa forma, otimizam recursos e promovem um tipo de interferência menos invasiva, já que ela se dá mais na promoção de ações entre os elementos que compõem o solo que na introdução de substâncias estranhas àquela biota. Assim, nossos insumos biológicos já estão contribuindo com os avanços da cotonicultura brasileira no cultivo de algodão sustentável com bioestimulantes – Algon e do Raizer –, biofungicidas – Shocker e Twixx-A –  e bionematicida – Profix.  O valor da sustentabilidade O controle biológico é apenas uma ação num conjunto de práticas que resulta no cultivo de algodão sustentável. Mesmo assim, sua contribuição é inquestionável. Além de contribuir com a produtividade e com a saúde do solo, a prática ajuda a equilibrar o ecossistema na região da lavoura. Diversos agricultores observaram o aumento de polinizadores depois que começaram a utilizar bioinsumos. Também há registros de aumento na população de inimigos naturais das pragas que costumam ameaçar algodoeiros. Esse tipo de mudança, muitas vezes sutil, é característico quando práticas sustentáveis são adotadas. Pequenos benefícios se unem, transformando o cenário da área de cultivo e do negócio. Segundo Marcelo Duarte, Diretor de Relações Internacionais da Abrapa, “Na safra 2019/20, o Brasil foi responsável por apenas 11% da produção mundial, mas respondeu por 37% da oferta mundial de algodão sustentável”. Já na safra 2020/21, 84% da produção nacional foi certificada pelo programa ABR. Tudo isso se reflete no crescimento da demanda para os cotonicultores brasileiros. O cultivo de algodão sustentável é um exemplo de como a questão ambiental é capaz de gerar valor financeiro para o agronegócio. Figuramos entre os exportadores de commodities, e o carimbo da sustentabilidade pode ser o diferencial de que precisamos para ganhar a preferência no mercado internacional.  

Multifuncionalidade dos bioinsumos – um caminho para a eficiência na cultura de grãos

Capazes de atuar contra doenças e pragas que afetam as lavouras, os insumos biológicos agem em conjunto com a natureza, potencializam qualidades e protegem a plantação de agentes causadores de prejuízos. A Agrivalle oferece um extenso portfólio de produtos, onde a multifuncionalidade dos bioinsumos se transforma em aliada do produtor. Tornando os sistemas agropecuários brasileiros mais eficientes do ponto de vista econômico e ambiental, os insumos biológicos estão em ascensão no Brasil. Atuando como biodefensivos, biofertilizantes e bioestimulantes, os produtos permitem ampla atuação em todo o ciclo de produção de uma cultura, desde a preparação do solo até o combate de pragas e doenças. Nos campos de soja, por exemplo, a adoção de biológicos cresceu 40% na área plantada entre as safras de 2015 a 2021, e as vantagens da multifuncionalidade dos bioinsumos estão relacionados a este dado.  Como o próprio nome diz, esses insumos são produzidos a partir de materiais vegetais, animais ou microbianos e podem ser utilizados de maneira mais harmônica com a plantação. São usados para melhorar a microbiota do solo, atuando também na sua fertilidade e no controle de pragas e doenças em diferentes tipos de lavouras.  Refletindo a multifuncionalidade dos bioinsumos, Luiz Cláudio Micelli, agrônomo e gerente de produtos para cereais da Agrivalle, explica que o uso destes insumos possibilita aos produtores ganhos indiretos. “Às vezes, ao trabalhar com biológicos para sanar um problema, identifica-se um reflexo positivo em outro. Um produto para biocontrole de um patógeno, como os nematóides ou as pragas aéreas, pode atuar como fungicida de solo”. O especialista acrescenta ainda que muitas dessas bactérias conseguem produzir hormônios e substâncias que acabam por estimular o aumento da densidade de pelos radiculares, da taxa de aparecimento de raízes secundárias e da superfície radicular, melhorando, assim, a absorção de nutrientes e de água. “Diante dessa reação em cadeia, a planta é beneficiada com maior capacidade produtiva, além de se tornar mais resistente aos desafios ambientais”, pontua. O meio ambiente na multifuncionalidade dos bioinsumos Os produtores também estão conectados às novas tecnologias e buscando práticas mais sustentáveis. E esses são, definitivamente, diferenciais que os biológicos são capazes de entregar. O avanço em suas formulações, praticidade e segurança no uso contribui com a multifuncionalidade dos bioinsumos e tem atraído mais profissionais que já enxergam vantagens sistêmicas e aumento de produtividade ao incluir este tipo de tecnologia em seu manejo. Para Micelli, os insumos biológicos são meios importantes de garantir a produtividade e afastar as doenças e pragas das lavouras, com o diferencial de não causar contaminação ao meio ambiente. “Com o início da safra de grãos, esse é o momento de proteger a lavoura e os bioinsumos são importantes aliados”. Resumidamente, a multifuncionalidade dos bioinsumos deixa uma marca positiva tanto na plantação como no meio ambiente. Indicações  Em seus produtos, a Agrivalle trabalha para potencializar os benefícios da multifuncionalidade dos bioinsumos. Dentre as soluções biológicas disponíveis em nosso portfólio para a cultura de soja, milho e cereais, está o Profix, nematicida com combinação de três microrganismos. Ele é capaz de garantir maior consistência e segurança contra os nematóides mais nocivos ao cultivo de grãos, pois atua em todo o ciclo de desenvolvimento, desde o parasitismo dos ovos, competição e antibiose. Também se destaca o Shocker, fungicida com combinação de três microrganismos, que promove maior espectro de ação, capaz de combater o Rhizoctonia solani (podridão de raiz), o Fusarium spp (raiz murcha ou fusariose), o Macrophomina sp (podridão cinzenta de caule) e o Sclerotinia sclerotiorum (mofo branco). É de fácil manejo e sua aplicação pode ser realizada tanto em sulco, no tratamento de sementes, quanto em pulverização.  Luiz Cláudio Micelli explica que a utilização de Profix e Shocker resulta em seis distintas cepas de microrganismos, uma das mais completas soluções biológicas de fungicidas de solo para soja e milho.  Ainda no segmento de fungicidas, o Twixx-A é uma opção diferenciada pela combinação de duas cepas de Bacillus amyloliquefaciens, garantindo melhor proteção e espectro de controle das doenças da soja. “Não é fitotóxico, além de ter poderosa ação fitotônica, o que reflete em maior produtividade da cultura”, orienta o especialista.  Já para o combate de insetos, o inseticida biológico à base de Beauveria, Auin CE tem como diferencial a sua formulação líquida em um concentrado emulsionável que promove melhor adesão ao controle de insetos sugadores, como a mosca branca, na soja, e a cigarrinha do milho. Além desses, o Algon e o Raizer, que são biofertilizantes ou fertilizantes organomineral com extrato de algas e aminoácidos, possuem propriedades que auxiliam no desenvolvimento vegetativo da cultura, permitindo que a planta suporte adversidades climáticas.   Sobre a Agrivalle Há 19 anos no mercado, a Agrivalle, indústria de bioinsumos agrícolas, é referência em sistemas regenerativos e propõe soluções inovadoras, transformadoras e sustentáveis baseadas em um amplo portfólio multicultura e multifuncional. Localizada em Indaiatuba (SP), tem 80 mil m² de área total e capacidade produtiva superior a 35 milhões de quilo/litros por mês.  Um dos maiores investimentos da Agrivalle é na área de pesquisa e desenvolvimento. A empresa conta com um dos maiores bancos genéticos de microrganismos do país, com mais de 800 cepas próprias e potencial biotecnológico ilimitado. Os mais de 300 funcionários trabalham com o objetivo de impulsionar a produtividade no campo, promover uma agricultura mais lucrativa para o agricultor e de forma sustentável. O portfólio contempla defensivos biológicos e bioestimulantes. A Agrivalle acredita na vida como fonte geradora de vida e quer colaborar com o aperfeiçoamento da qualidade dos solos, da planta, do ecossistema e sua regeneração.   Informações para a imprensa: ComTexto Comunicação Integrada Ingrid Ribeiro – ingrid@ctexto.com.br  Tel.: (16) 99785-7001 Maricy Celebroni – maricy@ctexto.com.br  Tel.: (16) 99766-2825

Você já imaginou o que vem além do sustentável? Conheça os Sistemas Regenerativos

As transformações do macroambiente, seja por questões sanitárias, fatores  geopolíticos ou a evolução constante do pensamento sustentável e consumo consciente,  impactam diretamente na produção e condução das atividades agrícolas.  Quando falamos em sustentabilidade, podemos pensar em um longo processo  histórico que demandou e vem exigindo cada vez mais um amadurecimento da consciência humana para lidar com a grande velocidade do desenvolvimento econômico e tecnológico, que se não for bem gerido e utilizado de maneira consciente, pode tornar os desastres  ambientais cada vez mais frequentes.  De uma maneira geral, um dos principais paradigmas do agronegócio está na  utilização de recursos naturais e a relação que este uso tem com a preservação da  biodiversidade e dos ecossistemas. Nesse sentido, esse novo olhar para a forma de  produzir consolida novos modelos de negócios por meio de oportunidades com inovações disruptivas para a agricultura mundial, onde o manejo sustentável se alia à capacidade produtiva. Assim, é pautado em uma visão integrada do meio ambiente e da produção, impactando diretamente na competitividade do agro brasileiro de modo que se torna estratégico para agricultores interessados em manter ou melhorar sua rentabilidade.    Rumo a uma agricultura cada vez mais sustentável  Novos modelos de produção baseados em ações que protejam a natureza e a saúde animal e humana estão se tornando cada vez mais relevantes. Dessa forma, a  implementação de sistemas regenerativos tem potencial para liderar a transformação produtiva para além de uma atitude sustentável. Baseados na restauração da natureza, podem tornar a agricultura uma solução para os problemas ambientais, agregando vida ao ecossistema para que o ambiente possa expressar sua capacidade de regeneração e estruturação, impulsionando a construção de uma melhor qualidade de vida no planeta.  O uso racional dos recursos da natureza, a redução de agroquímicos e a  incorporação de produtos biológicos que realizam a manutenção de microrganismos  benéficos ao desenvolvimento e proteção das culturas são alguns dos pilares da  regeneração, o que aumenta a biodiversidade do sistema produtivo como um todo, por meio da vida como fonte geradora de vida. Como consequência, ultrapassa o manejo  sustentável, trazendo não só resiliência ambiental como, também econômica.  O amplo alcance dos sistemas regenerativos Incorporar uma consciência sustentável ao manejo das lavouras é estratégico para o agronegócio brasileiro.  A partir de uma visão ampla sobre como os sistemas regenerativos podem gerar impactos positivos para as mais diversas esferas da sociedade e do planeta, entendemos  que esse novo modelo de produzir possibilita uma relação mais harmônica entre os  indivíduos, a natureza e as diferentes áreas da atuação humana, uma vez que enxerga o  ecossistema com uma conexão mais profunda entre as diferentes formas de vida e o  patrimônio natural que será deixado para as gerações futuras. Além disso, é preciso ter em mente que parte fundamental da regeneração dos  modelos de produção é o solo, responsável pelos serviços ecossistêmicos imprescindíveis  para a continuidade da vida. Manter a fertilidade e a saúde do solo requer um esforço de  gestão consciente que traz ganhos desde o produtor até o consumidor final. Chegou a hora e a vez de uma nova visão produtiva sustentável e você não deveria ficar de fora!    O texto Você já imaginou o que vem além do sustentável? Conheça os Sistemas  Regenerativos foi escrito por: Marcos Fava Neves é Professor Titular (em tempo parcial) das Faculdades de Administração da USP em Ribeirão Preto e da EAESP/FGV em São Paulo, especialista em planejamento estratégico do agronegócio.   Vinícius Cambaúva é associado na Markestrat Group, formado em Engenharia Agronômica pela FCAV/UNESP e aluno de mestrado na FEA/USP em Ribeirão Preto – SP.  Beatriz Papa Casagrande é consultora na Markestrat Group, graduada em Engenharia Agronômica pela ESALQ/USP e aluna de mestrado na FEA/USP em Ribeirão Preto – SP.