Algon – sem clima ruim

Algon é uma das inovações da Agrivalle para o mercado agrícola, mais uma peça num conjunto de produtos e práticas desenvolvidos segundo a mentalidade da agricultura sustentável.

Nossa visão de sustentabilidade, vale ressaltar, abrange o campo e a gôndola do supermercado, afinal, os perfis de consumo que mais crescem hoje são aqueles preocupados com saúde, com meio-ambiente ou com ambos.

Conscientizar os agricultores das vantagens de tratar a terra mantendo a harmonia com o ecossistema que a rodeia é um compromisso identitário em nossa empresa. É por ele que nos guiamos no desenvolvimento de soluções para o campo. 

Formulação para qualquer clima

Assim como em outros produtos do nosso portfólio, no desenvolvimento do Algon, a vida foi o ponto de partida para ajudar o produtor a lidar com os desafios que colocam a produtividade da lavoura em risco. Estamos falando, portanto, de um bioinsumo.

Sua formulação contém aminoácidos com propriedades orgânicas que auxiliam no desenvolvimento vegetativo. Para reforçar os efeitos da ação bioestimulante destes elementos, o Algon conta, ainda, com magnésio, que colabora com a fotossíntese e com a translocação de fotoassimilados.

Tal composição permite que este biofertilizante assuma múltiplos modos de atuação, agindo na área de cultivo de acordo com o contexto e o estágio de desenvolvimento das plantas. Além disso, as lavouras tratadas com ele têm mostrado muita capacidade no enfrentamento de adversidades climáticas.

 

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Por que trabalhar com o Algon?

Várias espécies podem se beneficiar do uso do Algon, como soja e algodão, por exemplo. Nas áreas de cultivo onde é aplicado, os agricultores destacam melhorias que se refletem na produtividade.

Entre elas, podemos destacar a germinação, que é acelerada com o uso do bioestimulante. Com isso, naturalmente, a formação da lavoura é aprimorada como um todo. Comparando o antes e depois, fica evidente o aumento no volume de plantas por hectare, com redução de falhas e perfilamentos. Um dos motivos para isso é que o Algon estimula a microbiota e, ao mesmo tempo, fortalece o enraizamento. 

No entanto, um de seus efeitos mais importantes é o aumento da resiliência da área de cultivo às adversidades climáticas. De maneira geral, o uso de insumos biológicos reduz a vulnerabilidade da lavoura ao clima incerto, mas, no caso específico do Algon, a contribuição que ele traz para a translocação de fotoassimilados é um diferencial. Com estes compostos bem distribuídos por toda sua extensão, a planta ganha força de modo consistente, melhorando sua eficácia em se manter diante de secas, ventos, chuvas etc.

Como o Algon faz o que faz?

Os benefícios que os produtores colhem do uso do Algon resultam das ações que provoca na planta e no solo ao ativar e estimular processos fisiológicos – absorção de água e nutrientes, fotossíntese, translocação de fotoassimilados e estabilizantes estruturais dos tecidos etc. 

O magnésio presente no Algon, por exemplo, potencializa a fotossíntese. Essa única ação aciona uma reação em cadeia. A fotossíntese mais eficiente leva a uma maior produção de nutrientes; com mais nutrientes, a planta produz mais, gera frutos melhor qualidade, tem menor necessidade de outros insumos agrícolas, consome menos água e reduz o impacto ambiental da área de plantio. No fim dessa equação, o esforço operacional – assim como o custo – é reduzido, enquanto a produtividade cresce.

Bioinsumos e o futuro da agricultura

O Algon e seus benefícios são uma pequena parcela no grande pacote de bioinsumos que ganha cada vez mais reconhecimento e espaço no agronegócio. Em 2021, Markestrat apurou, a partir de dados da ABCBio que, apenas no Brasil, os produtores movimentaram cerca de R$ 3 bilhões em compras de biológico. Em contrapartida, segundo a Spark Inteligência, a receita gerada pelo mercado de bioinsumos na safra 2020/2021 alcançou R$ 1,7 bilhão (37% mais que no ciclo anterior)

Esses números não surpreendem quem conhece o resultado prático da adoção de biológicos no manejo de lavouras. Da mesma forma, quem acompanha as mudanças recentes no mercado de consumo, reconhece neles o reflexo dos anseios de consumidores cada vez mais preocupados com saúde e meio-ambiente.

Mas o papel dos insumos biológicos no futuro da agricultura vai além dos bons resultados no campo e da satisfação dos consumidores. De fato, as práticas convencionais de tratar a terra são incapazes de manter a produção agrícola. Precisamos recuperar o solo e a capacidade de reconhecer os movimentos da natureza, a fim de aproveitá-los harmonicamente. É assim que os bioinsumos atuam, é isso que garante seu potencial de melhorar a qualidade e a eficiência da agricultura, ajudando a garantir a produção de alimentos suficientes para atender à demanda crescente da população mundial.

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